Alegrete · Rio Grande do Sul · Brasil
Letra de música

Metendo Corda

Quarteto Pampa · Canta Anomar Danúbio Vieira - Metendo Corda

Letra: Anomar Danúbio Vieira Quando assovia meu laço, esparramando rodilha Argola, ilhapa e presilha vão conversando no espaço Seguindo o mesmo compasso, cruzo o rastro e acho uns toco' E não se tira pra louco quem tem confiança no braço Ali, na toca dos olhos, meu doze braças se acampa Fazendo ninho nas guampas sem dar tirão no novilho Herança de pai pra filho de meter corda por gosto E defender o meu posto sobre as cruz' de um douradilho Sou capataz hace tiempos da Estância da Goiabeira Cá no garrão da fronteira, onde o mais taura é quem berra O laço é arma de guerra quando alguém refuga o curso Vai no endereço dos pulso' e é boi bolcado na terra Sempre que encilho o cavalo, seja pra serviço ou festa Tapeio o chapéu na testa e ato o mangueira nos tento' De a favor ou contra o vento, na cancha ou no campo aberto Sai da mão num tiro certo, depois que meto, sustento Quatro ramais bem tramados com capricho e devoção Tentos sacados a mão pelo seu Santo Machado Pra os rodeios, um chumbado, lageano, trança de seis Que, de uma china, ganhei no dia em que eu fui pealado Passo um fígado de vaca pra conservar a armadura E assim, mantenho a figura de laçador que incomoda Desse jeito, a minha moda e as bendições de um campeiro Levo meu pago fronteiro pra diante, metendo corda Sou capataz hace tiempo da Estância da Goiabeira Cá no garrão da fronteira, onde o mais taura é quem berra O laço é arma de guerra quando alguém refuga o curso Vai no endereço dos pulso' e é boi bolcado na terra Sempre que encilho o cavalo, seja pra serviço ou festa Tapeio o chapéu na testa e ato o mangueira nos tento' De a favor ou contra o vento, na cancha ou no campo aberto Sai da mão num tiro certo, depois que meto, sustento Sai da mão num tiro certo, depois que meto, sustento
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