
Letra:Gujo Teixeira
Melodia:Zulmar Benitez
Foi na ramada que terminou o bailão
Estourou a confusão e eu já fui me retirando
Não que eu me assuste mas é que tava na hora
De levar a prenda embora eo dia vinha clareando
Busquei o zaino que pousou lá na mangueira
Ea prenda toda faceira só bombeando pro meu jeito
Quando encilhei e depois atei bem a cola
Vaqueano e bem pachola,apertei no osso do peito
MAS FUI BOTAR O PÉ NO ESTRIBO PRÁ MONTAR
EO ZAINO PRÁ CONTRARIAR SE NEGOU NUMA SENTADA
E SE PEGOU A CORCOVEAR PERTO DA VENDA
LOGO HOJE QUE A PRENDA IA JUNTO ENGARUPADA
EU QUE PASSEI A PRIMAVERA ENFORQUILHADO
COM O MANGO BEM SOVADO,PREPARANDO MEU SERVIÇO
TODO DOMINGO DAVA UM GALOPE NA ESTRADA
PRÁ NA FRENTE DA RAMADA O ZAINO ME APRONTAR ISSO
Bombeando os outros ea braba que passei
Até hoje ainda não sei porque o zaino se pegou
Ou se assustou com o barulho da peleia
Ou achou a prenda muy feia por isso que corcoveou
Zaino maleva ainda hoje eu te acho
Te dou uma sova de laço e te largo nessa parada
Eu imaginando nos pelegos aquela farra
E tu saí metendo garra corcoveando na estrada
Curiosidade:
Participou do festival Escaramuca da Canção Gaudéria em sua 18ª edição em 2010 na interpretação do Zulmar Benitez autor da melodia.