Alegrete · Rio Grande do Sul · Brasil
Letra de música

Cantiga Do Só

Clóvis Mendes · Canto Nativo - Embalagem Especial

Capa de Canto Nativo - Embalagem Especial
Clóvis Mendes

Cantiga Do Só

Canto Nativo - Embalagem Especial · 2011
(Luis Lopes de Souza/Clóvis Mendes) Quando canto as amarguras, recordando o que eu perdi O sal da mágoa traz rimas a um verso que fiz pra ti Há um bordoneio silente na escala da realidade Com notas que se desenham em contraponto à saudade Canto pedindo que volte aos enleios dos meus braços Pra ser a razão, morena, das cantilenas que faço Vou semear rosas vermelhas nestes caminhos sem fim Pra que tu possas pisar quando voltares pra mim Acordes cruzam caminhos, sonorizando o deserto Num caminho que me leva a outro lugar incerto A mão da brisa acalanta, acariciando a melena Só os fantasmas consolam com serenatas de pena Quando canto as amarguras, guitarreando as próprias ânsias Só te encontro no eco se apagando na distância Vou semear rosas vermelhas nestes caminhos sem fim Pra que tu possas pisar quando voltares pra mim
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